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Muito Importante Ler-Virus da gripe 2017

Muito Importante Ler-Virus da gripe 2017

Muito Importante Ler-Virus da gripe 2017

O H3N2, associado a um maior número de óbitos, já foi detetado em doentes este ano e deverá ser o vírus predominante neste inverno

Os hospitais já começaram a receber os primeiros casos de gripe e entre os vírus identificados está o do tipo A (H3N2), que no passado causou alarme porque as estirpes que circulavam não estavam contempladas na vacina usada em Portugal. Este poderá ser o vírus predominante neste inverno, mas, segundo a virologista Raquel Guiomar, do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), aquele que tem circulado está incluído na estirpe da vacina deste ano. A Direção-Geral da Saúde mantém o apelo à vacinação. “A gripe pode ser grave”, alerta Graça Freitas.

Na semana passada, a atividade gripal ainda era considerada “esporádica”. De acordo com o relatório do INSA, a taxa de incidência de síndroma gripal foi de 12,1 por 100 mil habitantes. Até agora, “foram detetados vírus da gripe do subtipo A (H3) e do tipo A (não subtipado)”. Raquel Guiomar, responsável pelo Laboratório Nacional de Referência para o Vírus da Gripe do INSA, diz que “o vírus do tipo A H3N2 parece ser o predominante, mas ainda há poucos dados a nível nacional e na Europa. Nem sempre o vírus detetado no início é o predominante. É sempre muito imprevisível o que podemos encontrar em cada inverno”. No entanto, explica, o facto de este vírus não ter tido expressão no inverno passado “é um indicador de que possa circular com sucesso” neste inverno. “É mais um ponto a favor.” De qualquer forma, este é um dos três vírus que estão contemplados na vacina que está a ser administrada em Portugal. “Tudo indica que será semelhante ao que está incluído na vacina deste ano”, adianta.

Graça Freitas, subdiretora-geral da Saúde, reforça que o vírus A (H3N2) foi um dos três que circulou no inverno no hemisfério sul, mas ainda “não se sabe qual será o padrão na Europa e em Portugal”. Esta é “uma das hipóteses”, que, ressalva, está contemplada na vacina da gripe. Historicamente, prossegue, as épocas em que este vírus predomina “têm maior morbilidade”. Mas, adverte, “não é obrigatório que seja assim, porque dentro do H3N2 podem existir estirpes melhores do que outras”, o que irá “determinar a agressividade”. “Primeiro, temos de saber qual é o vírus”, frisa Graça Freitas, acrescentando que ainda “é muito precoce” dizer que tipo de surto podemos esperar.

Raquel Guiomar confirma que “a história da vigilância da gripe diz que quando circula um vírus do subtipo A (H3), a atividade gripal é bastante intensa”. Analisando os dados do INSA, a predominância deste vírus coincide também com os períodos em que aumenta o número de óbitos. “A gripe, quando é intensa, tem impacto na saúde da população. Mas não sabemos se isso se vai verificar esta época”, afirma a responsável pelo Laboratório Nacional de Referência para o Vírus da Gripe.

No início do mês, a direção-geral da Saúde reforçou o apelo à vacinação. “É a única forma de contrariar as complicações que surgem da gripe, sobretudo nas pessoas mais vulneráveis”, alerta Graça Freitas. A atividade gripal só começou agora, pelo que “as pessoas estão muito a tempo de se vacinar. E devem fazê-lo”. E é importante que não se deixem enganar pelo bom tempo que se fez sentir nas últimas semanas: “Faça chuva ou faça sol, vacine-se. A gripe pode ser grave.” Quando comparado com o ano passado, Graça Freitas diz que não há uma diferença significativa nas administrações das vacinas. Entre 1 de outubro e 4 de novembro, foram administradas 560 mil nos centros de saúde.

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